Poucos livros exerceram tanta influência sobre a política econômica do século XX quanto A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, de John Maynard Keynes. Suas ideias serviram de justificativa para déficits públicos, expansão monetária, estímulos governamentais e uma presença cada vez maior do Estado na economia. Mas e se as premissas fundamentais dessa teoria estiverem erradas?
Em *Os Erros da Velha Economia*, o economista espanhol Juan Ramón Rallo realiza uma análise rigorosa e abrangente da obra-prima keynesiana, confrontando seus argumentos à luz da lógica econômica e das contribuições posteriores da teoria do capital, da moeda e dos ciclos econômicos. Capítulo após capítulo, Rallo examina as principais teses de Keynes sobre desemprego, poupança, investimento, juros, demanda agregada e intervenção estatal, revelando inconsistências teóricas e conclusões questionáveis que continuam influenciando governos ao redor do mundo.
Mais do que uma simples crítica, esta obra representa uma defesa da tradição econômica clássica e austríaca, demonstrando como a prosperidade depende da coordenação espontânea entre indivíduos, da formação genuína de poupança e da livre atuação dos mercados — e não da manipulação política da moeda e dos gastos públicos.
Uma leitura indispensável para estudantes, economistas e todos aqueles que desejam compreender os fundamentos do debate econômico moderno e avaliar criticamente as ideias que moldaram a economia contemporânea.